Com a gravidez do João Lucas, nasceu a Mãe Rose. Eu e o João aprendemos a esperar. Foram 38 semanas com muitas mudanças e um organismo que funcionava a praticamente 40 anos de um jeito, funcionou de outro jeito. A alimentação diferenciada com complemento alimentar, pouco exercício físico e drenagem linfática foi a ajuda que eu dei a ele.
O parto foi muito tranquilo. Estava cercada por anjos. E foi muito divertido! Exceto pelo grito que minha irmã deu quando viu o João Lucas. Fiquei preocupada, pois não ouvia seu choro. Perguntei o que havia acontecido, a Ro falou 'ele é alemão'. Graças a Deus era isso!
Logo tive a maior das emoções de toda a vida! Vi o João Lucas e agradeci a Deus, pelo meu filho, por ser saudável, por ter dado tudo certo!
Amamentar foi muito gostoso. Ele tinha cólicas. O pediatra disse para eu parar com o leite. Foi a primeira vez que ouvi que leite fazia mal para ele. Obedeci, nem leite, nem derivados! Correu tudo bem até os 7 meses. Era uma momento mágico amamentar. Quanto prazer! Dele e Meu!
Aos 7 meses de idade do João, tive que voltar a trabalhar, sem stress, pois sabia desde que engravidei que seria assim. O João foi parando de mamar e fomos introduzindo o leite de vaca. NAN, leite ninho. E veio a primeira doença: Bronqueolite. foram tantos remédios que nem lembro. Refluxo e remédio também para o estômago. Foi neste instante que o João entrou num círculo. Remédio para matar bactéria, que matava também as bactérias boas, Label para ajudar o estômago e... 'camisa de força', nome interessante dado pela Dr. Denise Carreiro. Dois anos e meio, me questionando se teria alguma solução preventiva que o tirasse desse ciclo. Como ele sofria muito para fazer cocô, já estava em vias de procurar uma psicologa. Até que num curso de final de semana, na
SBPNL, a Walquiria Coelho falou da Nutrição Funcional e da
Denise Carreiro.
Naquele dia cheguei em casa e li alguns artigos e assisti alguns vídeos da Denise e especialmente o livro Síndrome Fúngica fez muito sentido para mim e todas as relações que fazia com as crises inflamatórias que o João Lucas tinha. De agosto de 2012 a março de 2013, ele ficou internado em agosto com uma crise de asma seguida de duas amigdalites, duas otites, duas sinusites e semana passada de mais uma crise de broncoespasmo! Não aceito isso! Não aceito que isto não possa ser evitado!
Ontem conheci a Denise e realmente em duas horas de consulta, tudo fez sentido. Realmente é possível ser evitado. Nosso organismo é muito inteligente e precisa de nossa ajuda para ser equilibrado, harmônico.
E assim hoje comecei uma jornada diferente com o João Lucas. A Dr. Denise fez um Plano Alimentar para o João Lucas. Confesso que na hora da consulta, eram tantas informações que me lembro de passar pela minha cabeça por diversas vezes uma única frase 'como vou fazer isso dar certo'.
Ao voltar para casa, já sabia que não queria mais dar leite de vaca para o João, pois como disse a Dr. o organismo humano não consegue quebrar a proteína do leite de vaca até o final. Aquele organismo só está se protegendo. Parei num supermercado e comprei leite de arroz e o João aceitou. Que benção! Comprei couve orgânica bati e coloquei em formas de gelo para fazer junto com algum suco de fruta. Comprei alecrim para fazer um chá que ele está tomando antes das refeições para ajudar na digestão e também ovo caipira para fazer no almoço.
Durante dois meses, evitaremos na alimentação (farei junto com ele), o leite de vaca e derivados (incluindo chocolate que ele ama), glúten, frutas cítricas e comeremos carne vermelha apenas uma vez por semana.
O que eu achei interessante é que a Dr. Denise colocou outros alimentos no lugar. Santa ignorância a minha, nem sabia que existia leite de outras coisas. Comprei o leite de arroz para o João Lucas.
Quanto ao glúten a Dr. me falou da Padaria Sabor e Saúde, na Saúde. Disse que tem tudo sem glúten, sem leite e sem açúcar. Vi o site, não é tão difícil de chegar, além disso ensinam a fazer bolos, pães tudo sem glúten, leite e açúcar.
Enfim, criei esse blog para contar a jornada de uma mãe trabalhadora, cujo filho fica o dia todo numa escola de educação infantil (que eu considero muito boa) e que QUER fazer dar certo a SAÚDE de meu filho.
Vamos ver como será tudo isso. Alimentação do tempo da vovó (que trabalhava em casa) em tempos de mulher emancipada. Que trabalha fora, cuida do orçamento da família, da alimentação, da limpeza... UFA!